Gonçalo Cadilhe

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Gonçalo Cadilhe nasceu na Figueira da Foz em 1968, onde continua a residir com a mulher e o filho.
É escritor de viagens, documentarista, surfista, fotógrafo de viagens.
Começou a viajar e a publicar de forma profissional em Fevereiro de 1992.
Mantém desde o início a independência e a gestão da própria criatividade posicionando-se como free-lancer. Organiza viagens pelo mundo todo com o tour operator Pinto Lopes Viagens no âmbito do projecto da agência “Viagens com os Autores”, onde diversas figuras públicas são convidadas a organizar itinerários e a acompanhar os grupos de clientes da agência por geografias directamente relacionadas com as próprias vivências.
Licenciou-se em Gestão de Empresas pela Universidade Católica do Porto em Setembro de 1992. Nesses anos frequentou os cursos de Guitarra, Harmonia, e Teoria Musical na Escola de Jazz do Porto. Fala fluentemente Inglês, Italiano, Espanhol e Francês.
Tem quinze livros publicados. Viagens, biografias históricas, surf e encontros de vida são os seus temas de eleição. Entre os vários títulos, destacam-se “Planisfério Pessoal”, onde relata uma volta ao mundo de 19 meses sem recorrer ao transporte aéreo; “Nos Passos de Magalhães”, uma biografia itinerante narrada nos lugares da vida do navegador; “África Acima”, que descreve uma travessia do continente africano desde a Cidade do Cabo até Tânger viajando apenas à boleia ou nos meios de transporte público locais; e ainda “Nos Passos de Santo António” viagem laica onde o autor nos apresenta o santo português como o primeiro grande viajante da História de Portugal.
É autor de vários documentários de viagem para a RTP, entre eles “Nas Ilhas das Especiarias”, aquando dos quinhentos anos da chegada dos Portugueses às Molucas; e “Nos Passos de Fernão Mendes Pinto”, onde segue episódios da Peregrinação em vários países asiáticos.
Em 2011 é-lhe atribuído o primeiro lugar da primeira edição do Prémio Jornalismo de Viagens, do Clube dos Jornalistas.
Em 2015 a sua exposição antológica de fotografia de viagem “Um Dia na Terra” esteve presente em várias salas e galerias do país, nomeadamente na cooperative Árvore, no Porto; e no Museu do Oriente, em Lisboa.
Sempre que lhe perguntam qual a viagem de que gostou mais, responde apenas «a próxima!»

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